Tribuna
Nome: Tadeu Sossai - Secretário Municipal de Saúde
Título: RELATÓRIO SOBRE O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2017 DA SECRETARIA DE SAÚDE

“Boa noite senhor Presidente, sem seu nome cumprimento os outros vereadores presentes, boa noite radiouvintes, internautas, todos que estão acompanhando essa sessão. Viemos hoje fazer uma prestação de contas, explanar sobre o trabalho desenvolvido, de janeiro até o presente momento. Gostaria de estar ressaltando que já tenho que fazer uma prestação de contas a cada quatro meses, ao Conselho Municipal de Saúde, e alguns dados que terão aí, são de quatro meses, outros serão de janeiro até o final de junho. A nossa Secretaria Municipal de Saúde vem em cima do plano municipal de saúde, que foi elaborado de dois mil e quatorze a dois mil e dezessete. Nós temos um senso hoje de vinte e quatro mil habitantes, levantado pelos agentes municipais de saúde. A estrutura da Secretaria tem o Secretário, duas gerências, seis coordenadores, esses cargos estão contemplados e hoje estão com funcionários neles, e temos ainda um supervisor de endemias, seis médicos de Saúde da Família, dez médicos clinico geral, três médicos pediatras, três enfermeiros de Saúde da Família, seis enfermeiros que a gente dá o nome de ‘trinta horas’, enfermeiros de unidade de saúde, cinco odontólogos da Saúde da Família, sete odontólogos cirurgião dentista, um assistente social, dois psicólogos, sete farmacêuticos, um fonoaudiólogo, um médico veterinário, três técnicos de enfermagem, vinte e um auxiliares de enfermagem, três fiscais sanitários, nove auxiliares de saúde bucal, dezessete agentes administrativos, onze serventes, nove agentes de controle de endemias, quinze motoristas, cinquenta e um agentes comunitários de saúde e sete estagiários, totalizando duzentos e dez funcionários na Secretaria. Os sete estagiários não entram na contagem. A distribuição dos funcionários está nas seis unidades de saúde, temos a Secretaria Municipal de Saúde, que fica próxima ao Hospital, as unidades de saúde Minete, Vila da Mata, Vargem Grande, São João de Viçosa e Caxixe. Os médicos novos que entraram, nós temos um pediatra, um clínico geral, quatro auxiliares de saúde bucal, quatro agentes de saúde, cinco agentes de controle de endemias, um técnico de enfermagem, quatro agentes administrativos e dois fiscais sanitários. Essas contratações foram através do concurso vigente e por três processos seletivos que fizemos desde o início do ano, para Saúde da Família, para agente comunitário de saúde e agente de endemias. O serviço que iniciamos em janeiro e viemos tentando ampliar, é o cuidado de que cada unidade de saúde tenha um médico de Saúde da Família, também junto dele um médico de suporte como um clínico de vinte horas. Isso fez com que a nossa demanda, que antes era muito reprimida, as pessoas tinham que chegar meia noite, uma hora da manhã para tirar a ficha, como o pessoal diz, e essa demanda veio ampliando e não tem mais a necessidade de estar indo tão cedo para tirar a ficha. Tem até relatos de usuários que chegaram oito, nove horas na unidade de saúde e conseguiu ser atendido. Só foi feito um remanejamento. Todas as unidades possuem pediatras, antes o pediatra ficava focado em uma ou duas unidades, e hoje a gente distribuiu, com a entrada dessa nova pediatra. Então, todas as unidades hoje tem pediatra pelo menos duas vezes por semana, com exceção da unidade de saúde Minete, que tem duas equipes de Saúde da Família, e acaba tendo pediatra todos os dias. Outra coisa que é importante, que ajudou no início, nós abrimos todas as unidades de saúde com sala de vacina. A sala de vacina tinha apenas na Vila da Mata. Como teve no início, já vim até na tribuna falar sobre a febre amarela, o trabalho acho que foi muito bem abordado na época por ter feito essa abertura antes e de fato aconteceu. Então, com todas as unidades com uma sala de vacina, ajudou e ajuda muito a população com acesso à vacina. Retomamos também com psicólogo e nutricionista para as unidades de interior. Estavam todos contemplados apenas na Sede, e hoje fazem o atendimento descentralizado em todas as unidades de saúde. Temos a adesão ao programa Saúde na Escola. A gente já vinha fazendo, mas não recebia o recurso para isso. Então, a gente cadastrou o Município no Saúde na Escola, para receber esse incentivo para esse trabalho que tem parceria da Secretaria Municipal de Saúde e a Secretaria Municipal de Educação, na parte escovação das crianças, de atendimento com palestras nas escolas. Isso a gente recebe um incentivo, que antes era meio perdido. O atendimento laboratorial também a gente descentralizou. Então, o laboratório hoje vai no interior fazer a coleta, sendo que a unidade de Vila da Mata e Minete, eles fazem a coleta ali na própria Secretaria. Também ampliamos a parte da farmácia. Ampliamos a cobertura dos agentes comunitários de saúde para cem por cento, estávamos com uma pequena insuficiência no início, mas conseguimos retomar para cem por cento. Conseguimos fazer uma equipe de saúde mental, para dar um suporte, que é uma demanda que a gente tem muito grande no nosso Estado, e também no nosso Município, que vem crescendo cada dia mais. Então, conseguimos montar uma equipe, remanejando os profissionais que a gente já tinha, tem médico, enfermeiro, psicólogo e assistente social dando suporte na parte de saúde mental hoje no Município. Já fizemos algumas campanhas de vacinação, de febre amarela, antirrábica, influenza. Então, estamos tendo uma meta sempre acima de oitenta e cinco por cento, noventa porcento, de cobertura nessas campanhas. A quantidade de consulta médica básica, em cima dos quatro primeiros meses, temos a quantidade de nove mil e quinhentos e dezenove atendimentos médicos de consulta básica. Consultas de médicos de Saúde da Família, são cinco mil e vinte e seis. Consultas de enfermagem da Saúde da Família, são cinco mil e sessenta e nove. Consultas médicas especializadas, essas são aquelas consultas dos profissionais que tem especialidade, e atendem o nosso Município, não é pelo consórcio, forma três mil e duzentos e cinquenta e oito. A quantidade de crianças nascidas no nosso Município, nesses quatro primeiros meses, parto normal foram vinte e dois, cesárias forma setenta e nove, cento e uma crianças no total. Atenção básica são procedimentos que geram remuneração quando são feitos, e foram feitas mil e quatrocentos e trinta e três glicemias capilar, exames fitopatológicos foram vinte e oito, eletrocardiogramas foram quatrocentos e trinta e um, parte de pesagem e aferição de estatura foram doze mil e trezentos e quatorze, e aferição da pressão arterial foram doze mil e seiscentos e sessenta e nove. Atenção especializa, são as consultas com psicólogos, nutricionistas, fisioterapias e fonoaudióloga. Psicólogo foram quatrocentos e dezesseis, nutricionista foram mil trezentos e setenta e cinco, fisioterapia foram três mil e cento e noventa e cinco, e fonoaudiologia foram quinhentos e oitenta e três. Tanto a fisioterapia quando a fonoaudiologia, trabalham na Apae para a gente. Então, esses atendimentos são feitos na Apae. Saúde bucal, mil e quinhentos e setenta pessoas tiveram novo acesso à saúde bucal. Então, as pessoas que fizeram o primeiro atendimento, foram mil quinhentos e setenta pessoas. A parte de extração de dente, que é um dado bem monitorado, porque quanto menos tiver aí, melhor para a gente, porque significa que a nossa população está saudável, tivemos duzentos e vinte e sete pessoas que tiveram que extrair algum dente permanente. Escovação foram mil e quinhentos e dezoito. Essas escovações são realizadas nas escolas. Tratamentos concluídos, foram mil e duzentos e três. A pessoa estava com dor no dente, ia lá e tratava o dente que estava com dor. Hoje é feito um tratamento programado. Então, a pessoa dá entrada no serviço e vai fazer todo tratamento que tem na boca. Só vai contar como tratamento concluído quando terminar todo o tratamento que foi programado lá na primeira consulta. Totalizamos sete mil e trezentas consultas de atendimentos odontológicos. Atenção hospitalar, só temos dados dos nossos munícipes, não temos dados de pessoas de fora do Município. Internação por cirurgia, foram trezentas e seis pessoas internadas, clínica obstétrica, cento e setenta e sete, clínica médica, trezentos e trinta e seis, clínica pediátrica, oitenta e três, totalizando novecentas e duas internadas no Hospital Padre Máximo. Para vocês entenderem como é feito o repasse do Hospital Padre Máximo. Esse primeiro valor que tem em cima, é o contrato de subvenção que os senhores aprovaram, e que vão aprovar agora no final do ano de novo, que é de cento e setenta e três mil e setecentos e cinquenta reais mensais. Aí, cada parte desta, são alguns recursos destinados ao hospital, que passa pelo Fundo Municipal de Saúde. Tem o dinheiro de média e alta complexidade, junto da parte de internação, totalizando cento e quinze mil. Integra SUS, que é um incentivo do Hospital estar atendendo pelo SUS, até um pouco irrisório, dois mil e trezentos e trinta e nove reais. Incentivo por adesão, contratualização, vinte e nove mil e um pouquinho. FAEC,  que é a parte de mamografia, o Hospital presta serviço para a gente de mamografia das mulheres dentro da faixa etária, esse valor também é um valor que acaba oscilando muito, depende da produção, são três mil e oitocentos e cinquenta e cinco reais a média. Parte de ortopedia, que é um serviço novo, são cento e vinte mil reais, que seriam para o ano de dois mil e dezessete. Como o serviço começou um pouco depois do início do ano, está dando uma média de quinze mil reais mensais de repasse. Recurso federal para urgência e emergência, cento e vinte e nove mil. Custeio das ambulâncias, emplacamento, manutenção e combustível, média mensal de três mil e trezentos e onze reais, a parte de manutenção e combustível, totalizando um repasse mensal aproximado de quatrocentos e setenta e um mil e quinhentos e oitenta reais. Cobertura vacinal, não vou entrar muito em detalhes, mas para os senhores verem que cada vacina é acompanhada, toda semana tem que ser informada ao Ministério da Saúde. Se olhar ali, BCG está com cento e oitenta por cento. Esse valor bem maior que os cem porcento, está quase dobrando, é porque o nosso hospital faz a maior parte dos partos dos Municípios vizinhos, e a BCG é feita dentro do hospital ou o Município vizinho traz até o nosso Município para estar fazendo. A gente faz dos Municípios vizinhos e acaba entrando como nosso Município e tem um valor muito maior que o normal. As doenças que tivemos notificação, do início do ano até agora, foram meningite, febre amarela, leptospirose, doença de chagas e malária. A nossa investigação está em noventa e dois por cento, porque febre amarela tivemos três casos identificados, foram três investigados, porém só dois estão concluídos. São alguns dados que a gente fica dependendo do Estado também, porque esse paciente acaba saindo de Venda Nova do Imigrante, fica internado em algum hospital da Grande Vitória e a gente acaba não tendo retorno. A parte da malária é a mesma coisa, dez notificados, dez investigados, porém só nove que a gente acabou concluindo a investigação. Essa é uma planilha da Vigilância, para os senhores terem ciência das atividades desenvolvidas pela Vigilância. Essa parte é do transporte sanitário, para os senhores terem noção da quantidade de viagens feitas para Vitória. De van, foram feitas cento e nove viagens, transportando mil e duzentas e noventa e uma pessoas até o momento. Ambulância, cinco viagens, transportando doze pessoas. Uno, dezoito viagens, com quarenta e duas pessoas transportadas. Doblô, quinze viagens, transportando oitenta e seis pessoas. Ônibus, cento e nove viagens, transportando três mil e oitocentos e sessenta e sete pessoas. Pálio, uma viagem, transportando cinco pessoas. Na próxima prestação de contas vamos ter dados mais reais, porque o nosso sistema, que acabamos de implantar, ele tem algumas falhas ainda, porque se formos olhar, já tivemos mais de cinco viagens de ambulância, porém no sistema acabou perdendo algumas viagens e a gente está vendo como resolver esse problema junto à empresa. Então, fizemos o transporte de cinco mil e trezentas e três pessoas até o momento. Fiz um comparativo de viagens, do mesmo período de dois mil e dezesseis para o ano de dois mil e dezessete. Foram feitas duzentas e cinquenta e duas viagens em dois mil e dezesseis, e duzentas e cinquenta e sete em dois mil e dezessete. Quantidade de pessoas transportadas em dois mil e dezesseis foram três mil e trinta e quatro, e dois mil e dezessete, cinco mil e trezentas e três pessoas, com duas ou três viagens a mais aí. Essa parte do consórcio CIM Pedra Azul, é onde tem um recurso que todo ano é empenhado, esse ano foi empenhado quinhentos e cinquenta mil reais de recursos próprios, para poder estar fazendo esse tipo de atendimento, tanto consulta quanto exames. Então, só para os senhores terem noção, com esse recurso a gente paga serviço de atendimento de ortopedia, otorrino, neurologia, psiquiatria, angiologia, urologia, cardiologia e oftalmologia. A parte dos exames é para preventivo, ultrassonografia, biópsia, exame laboratorial, mamografia, raio-x, ressonância e tomografia, que são custeados com o valor do consórcio. Quero até fazer um agradecimento especial ao Vereador Francisco Foletto, porque ele vem desde o início da gestão, ajudando a Secretaria de Saúde, no empenho de estar tentando deixar em Venda Nova do Imigrante uma grande parte desses exames, que são pagos hoje, grande parte, em Vitória. Isso a gente já vem conseguindo, hoje tem a clínica de imagem, aqui de Venda Nova do Imigrante, que faz grande parte desses exames, e a gente vem trabalhando com a parceria com o Hospital Padre Máximo para ver se a gente consegue deixar mais um pouco de exames aqui, a parte de raio-x, porque é feito ainda uma quantidade mensal de quarenta a sessenta pessoas, que tem que ir até Marechal, correndo risco na estrada, para poder fazer esses exames. Então, estamos em uma conversa com o presidente do hospital para ver se ele consegue absorver essa demanda de estar mantendo esses exames em Venda Nova do Imigrante. Essa transparência está mostrando o que o Estado disponibilizou para a gente até agora. Então, nas consultas especializadas foram seiscentos e vinte e seis. Se a gente for puxar para trás, quantas consultas a gente pagou pelo consórcio, foram mil e quatrocentos e trinta e cinco. Então, só para ter uma comparação do que o Estado vem disponibilizando e o que a gente vem comprando. Se a gente fosse depender do SISREG, que é um sistema do Estado, estaríamos com um gargalo de mil e quatrocentas e poucas consultas esperando na fila. Então, o consórcio vem dando essa ajuda para desafogar um pouco o nosso sistema. Fiz um levantamento rápido na Secretaria Municipal de Saúde para os senhores terem noção de alguns serviços, porque se para para pensar que são duzentos e dez funcionários, deve ser a segunda maior secretaria hoje, só perdendo para Educação, aí vem aquela questão do quanto que está sendo gasto, mas estamos trabalhando bastante. Fiz um comparativo do ano de dois mil e dezesseis, de janeiro a dezembro, e dois mil e dezessete até o final de junho. Então, número de imóveis visitados, pelo agente de endemias, no ano de dois mil e dezesseis foram trinta e dois mil e quarenta e quatro imóveis. Até julho de dois mil e dezessete fizemos vinte e nove mil e trezentos e sessenta e quatro imóveis visitados. Focos de Aedes, mosquito que assombra a população, foram encontrados noventa e sete focos em dois mil e dezesseis, e até julho de dois mil e dezessete a gente encontrou duzentos e sessenta e três focos. Outros focos, foram encontrados em dois mil e dezesseis, duzentos e trinta e sete, e dois mil e dezessete, novecentos e sessenta e cinco focos. Casos notificados de dengue, trezentos e vinte e nove casos em dois mil e dezesseis, vinte e nove casos em dois mil e dezessete. Casos confirmados, cento e cinquenta e quatro casos, e um caso confirmado de dengue até julho. Controle de vetores, barata, ratos, em dois mil e dezesseis não foi executado, em dois mil e dezessete conseguimos passar na Vila Betânia, São Rafael, São Pedro, Santa Cruz, Centro, Vila da Mata, Providência, Santo Antônio da Serra e Lavrinhas. Esse trabalho é feito de seis em seis meses, então dentro de alguns dias deve estar retornando. Então, vamos ter o trabalho de estar fazendo aquela parte de pulverização em bueiros, caixa de gordura nas ruas e residências. Trabalho de dedetização de vetores nas escolas, também não estava sendo executado, a gente retornou, foi feito um e a cada seis meses é feito. Estabelecimentos cadastrados são duzentos e setenta e nove, aquele que tem que fazer a inspeção sanitária, que vai a equipe da Secretaria Municipal de Saúde, para o alvará sanitário. Estávamos com duzentos e setenta nove e hoje com quatrocentos e cinco. Exames laboratoriais, vinte mil e cento e sessenta exames. Quando a gente mostra os duzentos e sessenta e três focos. Se a gente for olhar, a gente tinha que se preocupar com isso, mas isso significa que o trabalho de estar indo nas casas, estar indo nos imóveis, está sendo mundo bem feito. O reflexo disso é a quantidade de casos notificados e a quantidade de casos confirmados. Temos que parabenizar a equipe de vigilância, porque é um trabalho de casa, que tem que ser bem executado, afinal, o reflexo disso é a população que sente. Se a gente passar despercebido de um ou dois focos em um bairro, pode gerar ali milhares de mosquitos que venham transmitir inúmeras doenças. Senhor presidente, a prestação está feita, queria aproveitar o momento para poder deixar bem claro que esse trabalho da Secretaria Municipal de Saúde não estaria sendo executado de tal forma, se não fosse o trabalho de toda equipe que nós temos dentro da secretaria. Eu falo que o secretário de saúde não trabalha sozinho. Se não tiver uma equipe que abraça, que veste a camisa, que vai para a rua para trabalhar, a gente não teria alguns números que temos hoje. Então, queria agradecer toda equipe. Quero agradecer a oportunidade que o Prefeito Brás Delpupo me confiou no início do ano de estar assumindo essa cadeira na Secretaria Municipal de Saúde, eu não tinha essa experiência de gestão, mas aceitei. Gostaria de agradecer aos colegas secretários porque a gente é uma equipe, a gente está com dúvida, liga para outro secretário, pergunta. Então, sempre estão todos à disposição para estar ajudando. No Estado do Espírito Santo a gente tem setenta e oito Município, no qual mais de sessenta Município trocaram todos os secretários. No Estado todo teve um impacto de nova gestão muito grande. Se os secretários não trabalharem de mãos dadas, ainda mais numa situação de hoje, que a gente tem sempre que pensar na parte financeira, temos que fazer muito com pouco dinheiro, e tudo é muito caro, principalmente na área da saúde, onde uma internação custa um absurdo, uma cirurgia os materiais são muito caros. Temos que estar sempre entre a cruz e a espada, tentando fazer mais com menos. Queria agradecer a oportunidade de estar vindo nesta Casa para poder estar passando para os senhores o trabalho executado até o momento.”.


Considerações finais:
 “Só queria deixar os agradecimentos pelo espaço cedido para fazer essa apresentação. Com relação as demandas passadas pelos senhores, vou estar respondendo, o tempo já está um pouco apertado. Ganhei o cargo de Vereador e estou passando o cargo de secretário para o Marco. Vereador, vou te passar essas informações, mas já estamos vendo essa parte dos monitores para dentro dos ônibus. Agradeço e boa noite a todos.”.
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